Se ter saudade é ter algum defeito, eu pelo menos mereço o direito de ter alguém com quem eu possa me confessar.

Permanent Links!

Posted: August 23rd, 2002 | Author: Dani Lima | Filed under: Falta do que fazer, Humores Antigos, Mau-humorada | No Comments »

Pronto! Deixei de preguiça e consertei o meu permanent link aí embaixo. Ele estava sem funcionar direito desde do dia que eu coloquei esse layout ‘novo’ no ar. E pior é que eu só tinha esquecido uma tagzinha… levou menos de 3 segundos. Gente preguiçosa é f*…


Existe vida!

Posted: August 21st, 2002 | Author: Dani Lima | Filed under: Falta do que fazer, Filosofia de Blog, Humores Antigos, Mau-humorada | No Comments »

No segundo andar da empresa onde trabalho tem uma área aberta com algumas árvores pequenas. Essa área é perfeita para dar uma fugida quando a impressão de que não existe nada além do trabalho começa a ficar muito forte. E hoje, durante essas fugidas descobri que há vida neste mundo corporativo cinzento: um ninho de Rolinha com dois filhotinhos. Não resisti e corri para pegar minha máquina digital. A mãe era mais “tímida” (ou desnaturada mesmo) e voou assim que eu cheguei perto, mas os dois rebentos estão nas fotos aí embaixo. Para ver uma versão maior é só clicar.

Filhotes de Rolinha

Filhotes de Rolinha

Filhotes de Rolinha


Vamos deixar de hipocrisia…

Posted: August 13th, 2002 | Author: Dani Lima | Filed under: Falta do que fazer, Filosofia de Blog, Humores Antigos, Mau-humorada | No Comments »

Há cerca de uns 7 meses eu tive uma discussão longa com o Marcelo sobre esse assunto: a responsabilidade de quem compra drogas sobre o aumento do tráfico e - por tabela - sobre a violEncia. É claro que eu não estou dizendo que toda a culpa é de quem consome. Mas dentro do raciocínio de que todo mundo deve fazer sua parte para solucionar o problema da violência, uma das coisas mais simples (e que podem surtir efeito a longo prazo) é deixar de comprar aquele baseado toda semana…

Por isso eu reproduzo o artigo abaixo do Editor Chefe do Jornal de Brasília. É sobre esta hipocrisia dos endinheirados que fumam unzinho ou cheiram uma carreira enquanto discutem a atual situação do Rio. Vale a pena ler:

Eles ajudaram a destruir o Rio.
por Sylvio Gueder - Editor-chefe do Jornal de Bras?lia

É irônico que a classe artística e a categoria dos jornalistas estejam agora na, por assim dizer, vanguarda da atual campanha contra a violência enfrentada pelo Rio de Janeiro. Essa postura é produto do absoluto cinismo de muitas das pessoas e instituições que vemos participando de atos, fazendo declarações e defendendo o fim do poder paralelo dos chefões do tráfico de drogas.Quando a cocaína começou a se infiltrar de fato no Rio de Janeiro, lá pelo fim da década de 70, entrou pela porta da frente. Pela classe média, pelas festinhas de embalo da Zona Sul, pelas danceterias, pelos barzinhos de Ipanema e Leblon. Invadiu e se instalou nas redações de jornais e nas emissoras de TV, sob o silêncio comprometedor de suas chefias e diretorias.

Quanto mais glamuroso o ambiente, quanto mais supostamente intelectualizado o grupo, mais você podia encontrar gente cheirando carreiras e carreiras do pó branco.

Em uma espúria relação de cumplicidade, imprensa e classe artística (que tanto se orgulham de serem, ambas, formadoras de opinião) de fato contribuíram enormemente para que o consumo das drogas, em especial da cocaína, se disseminasse no seio da sociedade carioca - e brasileira, por extensão. Achavam o máximo; era, como se costumava dizer, um barato. Festa sem cocaína era festa careta. As pessoas curtiam a comodidade proporcionada pelos fornecedores: entregavam a droga em casa, sem a necessidade de inconvenientes viagens ao decaído mundo dos morros, vizinhos aos edifícios ricos do asfalto.

Nem é preciso detalhar como essa simples relação econômica de mercado terminou. Onde há demanda, deve haver a necessária oferta. E assim, com tanta gente endinheirada disposta e cheirar ou injetar sua dose diária de cocaína, os pés-de-chinelo das favelas viraram barões das drogas. Há farta literatura mostrando como as conexões dos meliantes rastacuera, que só fumavam um baseado aqui e acolá, se tornaram senhores de um império, tomaram de assalto a mais linda cidade do país e agora cortam cabeças de quem ousa lhes cruzar o caminho e as exibem em bandejas, certos da impunidade.

Qualquer mentecapto sabe que não pode persistir um sistema jurídico em que é proibida e reprimida a produção e venda da droga, porém seu consumo é, digamos assim, tolerado. São doentes os que consomem. Não sabem o que fazem. Não têm controle sobre seus atos. Destroem famílias, arrasam lares, destroçam futuros.

Que a média, os artistas e os intelectuais que tanto se drogaram nas duas últimas décadas venham a público assumir: eu ajudei a destruir o Rio de Janeiro. Façam um adesivo e preguem no vidro de seus Audis, BMWs e Mercedes.


Tem uma dica aí?

Posted: August 12th, 2002 | Author: Dani Lima | Filed under: Falta do que fazer, Humores Antigos, Mau-humorada | No Comments »

Galera, alguém tem uma dica de um provedor decente aí? Há algum tempo mudei do Locaweb para o Brasil Domínios mas os caras são muito fracos… ‘To precisando de um provedor bom, com bons serviços e de preferência com o preço em Reais.


Nem fazendo vaquinha?

Posted: August 12th, 2002 | Author: Dani Lima | Filed under: Falta do que fazer, Humores Antigos, Mau-humorada | No Comments »

Não vai ter Free Jazz esse ano. É o que afirma esta matéria do Globo. Segundo os organizadores, a Souza Cruz alegou que com a alta do dolár não vai dar para patrocinar o Festival.

Tadinha da Souza Cruz, deve estar tão pobrezinha. Afinal o negócio de tabaco nunca deu muito dinheiro e o consumo do produto é tão baixo…. Aí Souza Cruz, se a gente fizer uma vaquinha será que dá pra rolar o festival? :-p


Pesquisa

Posted: July 31st, 2002 | Author: Dani Lima | Filed under: Bando de Babacas, Falta do que fazer, Humores Antigos, Mau-humorada | No Comments »

Eu gostaria de saber se esse descaso todo da LG é comum ou se é um problema isolado.

Portanto, se você ou algum conhecido seu já teve um problema parecido com o meu, mande um email para humores@danilima.com. Eu vou registrar todos os problemas enviados aqui no Blog para ver se a LG percebe que tratar corretamente os consumidores é a única forma de se manter a longo prazo.


Protesto de uma Consumidora

Posted: July 31st, 2002 | Author: Dani Lima | Filed under: Bando de Babacas, Humores Antigos, Mau-humorada | No Comments »

Eu não tenho muita sorte com eletrônicos, não tenho mesmo. O computador que comprei no final do ano passado deu problema na memória e na placa mãe com menos de 3 meses de “vida”, meu workpad deu pau com um ano de uso e agora meu monitor Flatron de 17″ da LG pifou. O meu azar não seria um grande problema se não vivessemos num país onde o termo “prestação de serviço” virou sinônimo de descaso e imcopetência.

Pois sim, deixei o meu monitor pifado numa autorizada LG na Ilha do Governador - New Rocha’s - no dia 06 de junho. O monitor ainda estava na garantia e eles me deram a previsão normal de 1 semana para diagnosticar e corrigir o problema. No entanto, esse prazo foi se esticando, esticando… o monitor era consertado mas continuava dando problemas nos testes e por isso voltava para o técnico. Nessa brincadeira, já tem praticamente 2 meses que o meu monitor está parado na loja. O caso já ficou ridículo e atualmente eu estou brigando (pois é… brigando…) para que meu monitor seja trocado pela LG, já que ele ainda está na garantia.

A LG agora foi envolvida diretamente, já mandei uns 3 e-mails malcriados e eles ainda não resolveram nada… E-mail porque o Telefone de atendimento ao consumidor dos caras só dá ocupado - e só funciona até as 17hs.

Eu sei que estou sendo muito paciente com essa história toda, tenho alguns amigos que já estariam gritando todo dia no telefone com a LG até o caso ser resolvido. Mas eu admito que não tenho paciência para isso. De qualquer forma, eu não deveria ter que me estressar tanto só para ter algo que é meu direito desde o início da história.

Portanto este post é para exercer um outro direito que eu tenho - o direito de NUNCA MAIS comprar qualquer artigo da LG e recomendar que meus amigos e conhecidos também não o façam. Se é este o tipo de atenção que a LG dá a seus consumidores, não acredito que eles mereçam o meu suado dinheirinho.

Enquanto isso a saga do Conserto/Troca do Monitor continua. Quando eu finalmente conseguir um desfecho para esta história, comunico a vocês.


Pra que serve o pisca alerta do carro?

Posted: July 29th, 2002 | Author: Dani Lima | Filed under: Bando de Babacas, Humores Antigos, Mau-humorada | No Comments »

1. Quando o carro está parado, serve para avisar a outros motoristas para terem cuidado pois seu carro está pifado, com pneu furado ou coisa parecida.

2. Quando o carro está em movimento, serve para alertar os outros motoristas que eles terão que freiar bruscamente por causa de um engarrafamento ou acidente.

3. Mas se o carro pertence ao idiota do meu vizinho, serve para dizer: “Eu sou muito babaca mesmo e por isso vou largar meu carro aqui, bloqueando a entrada do estacionamento por 3 horas e nem ligo”


Começou a sujeirada política

Posted: July 10th, 2002 | Author: Dani Lima | Filed under: Ah! O Rio..., Bando de Babacas, Humores Antigos, Mau-humorada | No Comments »

Não, eu não estou falando de corrupção, mas sim da terrível propaganda política de rua que, em todo ano eleitoral, enfeia nossa cidade.

Ontem, tarde da noite eu seguia pela Estrada do Galeão e vi vários infelizes carregando um monte daqueles banners plásticos com propaganda de candidatos. Hoje pela manhã todos os postes já estavam devidamente “decorados”, deixando a entrada da Ilha com uma aparência horrível. O Pior é que isso é só o começo, se hoje existe um banner de candidato por poste, amanhã provavelmente já serão três. E isso porque, até onde eu sei, existe uma lei proibindo esse tipo de coisa. Muito bom, não?


Burrocracia

Posted: July 9th, 2002 | Author: Dani Lima | Filed under: Falta do que fazer, Humores Antigos, Mau-humorada | No Comments »

Um dos malefícios de se trabalhar numa multinacional é ter que lidar, frequentemente, com a burocracia. Faz você se sentir totalmente impotente quanto aos meios de funcionamento da empresa.


Antes das sete

Posted: May 23rd, 2002 | Author: Dani Lima | Filed under: Humores Antigos, Mau-humorada | No Comments »

Um dia em que começa antes das sete da manhã não pode ser um dia bom.

Eu tinha que ir para São Paulo e minha ponte aérea estava marcada para 8:44. Perdi a hora de manhã - é claro - e me arrumei correndo. Por sorte, eu consegui chegar na hora no aeroporto - 8:10. Será que eu finalmente iria conseguir não me atrasar para uma reunião na terra da garoa? É claro que a resposta foi não, minha sorte acabava ali.

Depois de encarar a maior chuva no caminho do estacionamento até o saguão do Santos Dumont, eu encontrei uma fila gi-gan-tes-ca para o check in da TAM. Morrendo de frio com por causa do casaco e da barra da calça molhados, cheguei ao final da fila. Foram uns quinzes minutos esperando, que teriam passado mais rápido se não fossem as perguntas de:
“- Essa é a fila da TAM?
- É sim.

- Mas por que tem duas filas?
- Uma é para São Paulo e a outra para o resto do Brasil.

- Essa é a fila da TAM?
- É sim.

- Mas por que tem duas filas?
- ….”

Quando eu finalmente consegui chegar no balcão, recebi a passagem junto com um aviso de que o Aeroporto estava fechado para pouso e por isso alguns vôos estavam atrasados. Depois de entrar na sala de espera eu percebi que bem mais que “alguns” vôos estavam atrasados. O vôo de 7:44 saiu as 8:23, o de 8:20 saiu as 9:00. E continuando a “progressão geométrica” o meu avião que deveria ter chegado em São Paulo as 9:15, partiu as 10 horas.

Embarcar em um aeroporto que não tinha teto para pouso foi outro suplício. Eu não conseguia parar de me perguntar como é que o tempo estava ruim para um avião pousar, mas não para ele decolar. Tenho certeza que qualquer controlador de vôo teria uma resposta muito lógica para mim, mas não tinha nenhum dando sopa ali na sala de espera…

Eu entrei no avião usando todas as táticas mentais que conheço para desviar minha cabeça deste assunto. Mas meu cérebro é tão teimoso quanto eu e insistia em pensar no avião parecendo um liquidificador durante 40 minutos. O pior foi quando o piloto anunciou que faria “o máximo” para nos proporcionar um vôo confortável. Essa era o prenúncio de um vôo traumatizante… A aeromoça passou oferecendo balinhas. “Não quero balas não, obrigada. Mas será que você tem um Dramin*?” - perguntei meio desesperada.

Horas depois ela me volta com o Dramin. Na verdade devem ter se passado apenas alguns minutos, mas no meu estado de agonia o exagero começou a dominar minha percepção do tempo. Engoli o comprimido rosinha de uma só vez e não é que ele fez efeito imediatamente? Efeito psicológico é claro. Quem já viu remédio para estômago ter efeito imediato? Mas aquele “placebo” conseguiu me acalmar o suficiente para abrir um livro e ler muito tranquila até o pouso em Congonhas.

Quando o avião abriu as portas eu pensei que meu drama acabava ali e sai calmamente pela porta traseira arrastando minha mala de rodinhas. Mas a calmaria logo acabou quando eu percebi que estava andando há uns cinco minutos com a blusa aberta e o sutiã à mostra. Pelo menos o sutil era verde e combinava com a blusa - eu bem que podia estar lançando moda. Pelo menos é o que eu espero que tenham pensado as testemunhas oculares da minha vergonha.

Depois de tanto azar em aeroportos, eu só queria entrar num taxi e ir pra bem longe. Ou pelo menos chegar a minha reunião, para qual eu já estava atrasada obviamente. A reunião era na Paulista, e quando eu disse isso para o motorista ouvi: “Ihh, minha senhora, sei se a gente chega não. ‘Tá tendo uma manifestação na Paulista”. Nesse ponto eu começei a ter certeza que alguém tinha rogado uma praga muito braba pra mim. Mas logo mudei de idéia quando o taxista arrumou um caminho alternativo e conseguiu me deixar no prédio do cliente - quarenta minutos depois de ter começado a reunião.

Entrei na sala de reunião muito sem graça. Tinham pelo menos umas doze pessoas lá, da quais eu conhecia apenas três e depois de uns quinze minutos a reunião acabou. Não pude defender meu layout, não abri a boca e minha presença não fez a menor diferença.

E então eu me lembrei que tinha acordado antes das sete da manhã…

* Pra quem não sabe, todo remédio pra enjôo tem um pouco de calmante.


Da série: Slogans que me dão nojo

Posted: May 22nd, 2002 | Author: Dani Lima | Filed under: Falta do que fazer, Filosofia de Blog, Humores Antigos, Mau-humorada | No Comments »

Anúncio na frente de uma loja de brinquedos aqui em São Paulo:
Barbie. Tudo o que você quer ser

Argh!


Promessas… Promessas…

Posted: May 20th, 2002 | Author: Dani Lima | Filed under: Ah! O Rio..., Falta do que fazer, Filosofia de Blog, Humores Antigos, Mau-humorada | No Comments »

Nunca, nunca, nunca, nunca mais eu saio de sandália de salto alto para dançar.


Coitado do GrahamBell….

Posted: May 9th, 2002 | Author: Dani Lima | Filed under: Falta do que fazer, Humores Antigos, Mau-humorada | No Comments »

Um desabafo.

Alexander GrahamBell deve ter se esforçado muito e trabalhado duro para dar a civilização moderna um incrível facilitador: o telefone. Imagina, por conta deste recurso não precisamos sair de onde estamos para contar uma novidade ou resolver um problema. E é por isso que eu não entendo por que tem gente que não consegue se aproveitar dos benefícios do telefone… Alexander se revira no túmulo.

Sei que eu estou mordendo a minha própria língua com este post, já que eu mesma não gosto muito de falar ao telefone. Mas eu não faço ninguém se despencar de onde está para resolver um problema que pode ser resolvido com uma ligação.


Cinza…

Posted: April 8th, 2002 | Author: Dani Lima | Filed under: Falta do que fazer, Mau-humorada | No Comments »

Acordar na cinza São Paulo logo na segunda feira ? dose!