O Espírito Santo é carente de espaços culturais. Mas dos poucos que conheço por aqui, o meu favorito é o Museu da Vale do Rio Doce. Fica lá na outra ponta de Vila Velha, quase Cariacica. É uma estação ferroviária antiga, à beira mar que foi transformada em Museu e que sempre tem ótimas exposições.
A última é a exposição “Seu Sami” do artista Hilal Sami Hilal. Foi uma das que mais gostei de prestigiar por lá até hoje. A exposição é dividida em 3 partes. O que já é diferente pois normalmente as exposições usam o grande espaço do galpão e só. Hilal dividiu o galpão em 2 espaços separados. A terceira parte fica no prédio principal da estação. O segundo espaço é o mais interessante, onde ele usou a dimensão do Galpão e a entrada para reforçar sua mensagem. Entrar no Galpão é uma experiência. E fiquei com pena que só pude vivê-la uma vez. E eu estava tão distraída… Mas não tem jeito, depois da primeira vez, você pode sair e entrar quantas vezes quiser que a experiência não será mais a mesma.
Para acessar a segunda parte da mostra, você tem que entrar na maior parte do galpão passando por umas cortinas pretas para um salão escuro. É isso mesmo, no começo todo mundo fica na dúvida, “É por aqui mesmo?”, “Não estou vendo nada”. Mas quando você finalmente consegue entrar, fica parado ali no escuro até perceber as duas pontas iluminadas do galpão (é um galpão bem comprido), com estruturas de papel e fibra de algodão penduradas e espelhos em cada ponta do Galpão. As estruturas leves, a luz e os espelhos finalmente te permitem “sair da escuridão”. Um lado Hilal chamou de “a dor” e o outro de “o amor”. Parado na escuridão, no meio do nada, você percebe que seja qual o lado que você escolher (amor ou dor), ele é melhor que ficar sozinho no escuro.
A exposição tem toda uma referência ao pai de Hilal, que morreu quando ele tinha 12 anos. Toda a exposição trabalha com a idéia de memórias, tempo, sensações. Eu gostei muito e recomendaria a exposição se eu conhecesse alguém que se interessasse por isso por aqui :-p.
Eu sou fã do pessoal da Super. Sempre fui. É uma das únicas revistas que eu leio de cabo a rabo (além da “Vida Simples”, que é da mesma editoria). E os caras mandaram bem de novo Agora é correr pra banca e pegar a minha edição.
Este pobre blog está meio largadinho… Mas para reverter este quadro, vou comentar dois livros que li nos últimos dois meses.
A Estrela Solitária - É a biografia do Garrincha. Biografia nem é o meu gênero favorito, mas o Rui Castro escreve bem demais. Eu já tinha descoberto isso em Anjo Pornográfico, biografia do Nelson Rodrigues (e que veio parar nas minhas mãos por acaso). E foi por causa do Rui Castro que decidi ler A Estrela Solitária. Meu interesse por futebol é mínimo e pra mim Garrincha era só um jogador que foi casado com a Elza Soares e gostava de encher a cara. E acho que foi por isso que a história do Garrincha não me sai da cabeça agora. O cara foi um gênio no futebol, praticamente o inventor do tal futebol-arte e acabou no ostracismo - por causa do alcolismo e da inconsequência dos dirigentes de futebol. O primeiro acabou com a cabeça dele e a segunda acabou com seus joelhos. A origem humilde de Garrincha e a sua ignorância (você pode chamar de inocência também se quiser ser mais romântico) eram ao mesmo tempo o seu charme e a sua ruína. A total desinformação dele e dos que estava à sua volta sobre o alcolismo, só fez piorar e tornou ainda mais triste a decadência do jogador - que quem viu jogar, jura que foi o mais incrível da história brasileira.
Rui Castro leva você pela história da vida de Garrincha desde a sua infância até a sua total decadência de uma forma que fica impossível não se envolver com esse personagem (real) e desejar ter visto o cara jogar e desejar (muito mesmo) que sua história tivesse se desenrrolado de outro jeito. É até engraçado ler uma biografia e acabar torcendo por um final feliz sabendo que ele não vai acontecer.
Para quem curte futebol ou biografias, ou para quem gostaria de saber mais sobre a vida de Garrincha, A Estrela Solitária vale a pena.
O Hobbit - Este é um clássico nerd :-p mas eu ainda não tinha lido. Mais infantil que O senhor dos anéis, O Hobbit é divertido e gostosinho de ler. Nem vou falar muito desse livro… Afinal, quem curte o gênero já leu e releu, ou então já está a fins de ler. E quem não curte, tem duas opções: vencer o preconceito e fazer uma tentativa ou continuar ignorando a obra de J.R.R. Tolkien. Eu acho que vale a pena tentar.
E agora estou lendo As aventuras de Robison Crusoé (versão integral), ainda estou no começinho, mas até agora o livro (que é considerado o primeiro romance*(novel) por muitos estudiosos) está bem interessante.
* Não sei se a melhor tradução para novel é romance… Mas achei que novela também é estranho. Alguém tem uma sugestão melhor?
Show com Claudio Zoli e DiMorais
16/dez | Sábado | ILHACÚSTICO | Vitória | ES
O Marcelo não sossega mesmo. Não satisfeito em sair do Rio pra abrir uma empresa única e inovadora aqui no Espírito Santo, agora resolveu se envolver no setor cultural também. É ele o empresário/produtor de DiMorais, um cantor sergipano, erradicado por aqui, com um vozeirão e muito swingue.
E para promover o lançamento de Daqui pra frente, o CD de estréia do rapaz, ele está trazendo para a cidade Claudio Zoli. Junto com DiMorais, Claudio vai fazer um show que é pra dançar! Alexandre Lima (Manhimal) também vai fazer uma participação especial garantindo ainda mais qualidade musical ao evento.
Claudio Zoli tem diversos hits dançantes como Noite do Prazer, Cada um cada um , Acenda o farol, À francesa, dentre outros… E DiMorais chega com sangue novo e um som que mistura MPB e soul. Eu vou estar lá (obviamente) e tenho certeza que vou me divertir bastante.
A noite de 16/12 no IlhAcústico vai ser booooa… Os ingressos antecipados estão a venda por R$ 20,00 nas Lojas da Chilli Beans dos Shoppings Praia da Costa e Vitória. Na hora o ingresso deve custar R$ 25,00.
Parece que a TIM anda lembrando do Espírito Santo, este estado esquecido por todos. Em agosto ela trouxe o TIM Festival pra cá. E agora no verão, vai promover uma série de shows pelas praias do Espírito Santo. E já começou bem, com show de Zeca Baleiro no domingo passado na Praia de Itapoã. E apesar da chuva que caia sem dó, o show foi ótimo!
Zeca Baleiro não levou nenhum choque :-p e as, mais ou menos, 200 pessoas que tiveram a bravura de ir ao show mesmo debaixo daquela água toda, assistiram uma apresentação inésquecível. Na verdade, acho que a chuva até ajudou. Tornou o show mais íntimo. Estavamos todos lá, aguentando a ira de São Pedro, com um único objetivo: se divertir e curtir um bom som. Inclusive o músico, que desistiu de sua “set list pré-programada” para fazer um show que ele achava que cabia melhor naquele dia. Foi genial!
Na volta, fiquei encharcada (mais ainda) mas valeu a pena! E já que a TIM encontrou o caminho para o Espírito Santo, que não se esqueça mais de nós! Afinal, tem váááááários cariocas por aqui(e capixabas, e paulistas, e mineiros.. eu não sou a única :), desesperados por uma vida cultural mais agitada.
Deep Purple vai tocar na Praça do Papa em Vitória. O ingresso? 100 pratas por cabeça… Dureza? Sim! Mas e se você pudesse assistir ao mesmo show por 1/3 do preço e ainda a bordo de uma Caravela? Muiiiito melhor né?
Pois é, a tal Praça do Papa fica a beirinha da Enseada do Suá e uma galera que conhecemos arrumou uma caravela que vai atracar ali, pertinho do palco. A capitania local já autorizou e nós vamos assistir ao show de uma forma muito mais original, menos claustrofóbica e mais econômica.
Você pode até dizer que é sacanagem, que não estamos pagando o artista pela performance… Não deixa de ser verdade. Mas o que estamos fazendo é mais ou menos a mesma coisa que ficar do lado de fora para ouvir um pouquinho do show… (ê coisa pobre! :-p). Só que a geografia de Vitória nos permite fazer isso de um jeito muiiito mais legal! (e menos pobre!) :-p
Todo mundo sabe que eu vivo reclamando da falta de cultura no Espírito Santo. Faltam espaços, faltam eventos e falta inclusive interesse do público local. Mas parece que aos poucos Vitória e Vila Velha vão saindo deste marasmo cultural.
Recentemente a prefeitura de Vitória lançou o projeto “Armazém 5 - Estação Porto” que reformou um antigo armazém do Porto de Vitória para usá-lo como ponto cultural. Com programação gratuita e constante com artistas locais, a estação está sempre de portas abertas. Ainda é um espaço pequeno. O Espírito Santo ainda tem muito o que aprender sobre o mundo do entretenimento e cultura. Mas já é um bom começo! Assisti ao show do Carlos Papel e a peça “Hello Creuzodete - Finalmente alguém comeu!” e fiquei feliz de ter uma opção de programa que não envolvesse Ivete Sangalo ou Asa de Águia…
E a programação do espaço continua até julho do ano que vem. Inclusive com show do DiMorais, cantor local que o Marcelo resolveu empresariar (mais detalhes depois :). Uma ótima opção alternativa para o verão.
Eu sempre digo que a vida cultural no Espírito Santo é muito pobre. E é mesmo. Faltam espaços, faltam eventos e falta até mesmo interesse do público. Mas nesse deserto de cultura, de vez em quando é possível encontrar um oásis.
Foi o que aconteceu semana passada quando eu e Celo fomos assistir ao concerto da Orquestra Filarmônica do Espírito Santo no Teatro Carlos Gomes. Nós ficamos sabendo do evento por acaso (como sempre a divulgação foi péssima). O violinista especialemnte convidado para fazer os solos do evento - Jerzy Milewski - é mestre de um conhecido nosso. E é também judeu. Ele nos convidou e disse pro Marcelo que ele iria se emocionar especialmente com as peças da trilha de A lista de Schindler que ele iria fazer.
Dito e feito. Jerzy Milewski é um super violinista e executou todas as peças lindamente. O mais interessante é que o pai dele foi um dos judeus salvos pela lista de Schindler. Então haja emoção na execução!
Depois do concerto, tivemos o prazer de conversar mais com Jerzy e curtir um vinho, queijos e pizza e ouvir suas histórias de vários anos como músico.
Nesta terra onde cultura é raro, esta quinta-feira serviu para tirar a barriga da miséria.
“…Goldenstein era o renegado e traidor que um dia, muitos anos atrás (exatamente ninguém se lembrava), fora uma das figuras de proa do Partido, quase no mesmo plano do Grande Irmão, tendo depois se dedicado a atividade contra-revolucionárias sendo por isso condenado à morte, da qual escapara, desaparecendo misteriosamente. O programa dos dois minutos de ódio vairava de dia a dia, sem que porém Goldenstein deixasse de ser o personagem central cotidiano. Era o traidor original, o primeiro a conspurcar contra a pureza do Partido. Todos os subsequentes crimes contra o partido, todas as traições, atos de sabotagem, heresias, desvios, provinham diretamente dos seus ensinamentos…
… Insultava o Grande Irmão, denunciava a ditadura do Partido, exigia a imediata conclusão da paz com a Eurásia, advogava a liberdade da palavra, a liberdade de imprensa, a liberdade de reunião, a liberdade de pensamento, gritava histericamente que a revolução fora traída…
No segundo minuto o ódio chegou ao frenesi. Os presentes pulavam das cadeiras, e berravam a plenos pulmões, esforçando-se para abafar a voz alucinante que saía da tela…
…A morena atrás de Wiston pusera-se a berrar “Porco! Porco! Porco!”. De repente apanhou um pesado dicionário de Novilíngua e atirou-o à tela…
…Num momento de lucidez, Wiston percebeu que ele também estava gritando com os outros batendo os calcanhares violentamente contra a travessa da cadeira. O horrível dos Dois minutos de ódio era que embora ninguém fosse obrigado a participar, era impossível deixar de se reunir aos outros.”
…
“- Não devíamos tê confiança neles. Eu te disse, mãe, não disse? Foi isso que deu tê confiança neles. Foi o que eu sempre disse. Não deviamos tê confiança no sacana.
Mais quais sacanas não mereciam confiança, Wiston já não lembrava.
Desde mais ou menos aquela época, a guerra fora literalmente contínua, embora, a rigor, não fosse sempre a mesma guerra…
…Mas seguir a história de todo o período, dizer quem lutava, contra quem, em determinado momento, seria absolutamente impossível, já que nenhum registro escrito, nem palavra oral, jamais faziam menção de outro alinhamento de forças, diferente do atual. Naquele momento, por exemplo, em 1984 (se é que era 1984), a Oceania estava em guerra com a Eurásia e era aliada da Lestásia. Em nenhuma manifestação pública ou particular se admitia jamais que as três potências se tivessem agrupado diferentemente. Na verdade, como Wiston se recordava muito bem, fazia apenas quatro anos a Oceania estivera em guerra com a Lestásia e em aliança com a Eurásia. Isso, porém, não passava de um naco de conhecimento furtivo, que ele possuía porque a sua memória não era satisfatoriamente controlada…
…O inimigo do momento representava sempre o mal absoluto, daí decorrendo a impossibilidade de qualquer acordo passado ou futuro com ele.
… O espantoso - refletiu pela décima milésima vez - é que pode mesmo ser verdade. Se o Partido tem o poder de agarrar o passado e dizer que este ou aquele acontecimento nunca se verificou - não é mais aterrorizante do que a simples tortura e morte?”
Porque para mim, a pergunta mais importante do momento não é: “em quem você vai votar?”, mas “o que vamos fazer para modificar o jeito como é feita a política nesse país?”.
Dia das crianças está chegando e eu não tenho nenhum criança para presentear, a não ser eu mesma! (ha!;-p assim é que é bom!). Como eu coleciono filmes de animação (coisa que as pessoas costumam achar que é de crianca… puro preconceito! ;p) fui dar uma olhada no Submarino para ver se tinha alguma coisa legal em oferta.
O estranho mundo de Jack, ótima animação stop motion produzida pelo Tim Burton, está em oferta por R$ 29,90. Eu só não sei por que estão chamando esta edição de especial… Não tem nada de extra no DVD. Mas acho que só o filme já vale.
Outra produção do Tim Burton muito legal é James e o pêssego gigante. Também leva o título de edição especial sem merecer (ô submarino, vamos parar com isso. Que feio… a gente não compra DVD só por que ele é edição especial não…) Mas esta caixinha sai por R$ 24,90. Não sei por que essa diferença de preço, talvez por que O estranho mundo de Jack seja mais badalado. Mas eu acho James e o pêssego gigante tão bom quanto!
O super-fofo e super-comentado documentário A marcha dos pinguins está em pré-venda por R$ 39,90. Previsão de entrega para 30/11. Tá bom, tem que ser muito ansioso para comprar DVD em pré-venda… Principalmente quando não rola nem um brindezinho junto! Mas vale a dica se você está pensando em adicionar este belo documentário a sua coleção. Eu estou ;).
E para reavivar suas lembranças de infância (seja sozinho com pipoca ou com os filhos. No meu caso é com pipoca mesmo ;-p) tem Cinderela em edição restaurada e remasterizada, Aristogatas (tudo bem, só eu devo ser fã desse filme da Disney :-p) e Bernardo e Bianca (esse deve ter mais adeptos :). R$ 24,90 cada. Para não dizerem que sou consumista, vou escolher só um dos 3 para levar… Eu adoraria rever Aristogatas, mas acho que Cinderela faz mais sentido na minha coleção.
E só para me fazer raiva, o DVD duplo de Mary Popins está também por R$ 24,90. Eu paguei praticamente o dobro no lançamento. É isso que dá ser ansiosa.
E se você levar mais de R$ 99,00 e pagar com Mastercard, leva o frete de graça. Azar o meu que não tenho Mastercard :/.
Hyei! Neste final de semana estou indo pro Rio e depois pra São Paulo e depois pro Rio de novo e só depois volto pra Vila Velha.
Falem o que quiserem. Reclamem da violência e absurdo dos grandes centros. Digam que não dá mais para morar nestas cidades, que a qualidade de vida é muito baixa. Mas só na hora que vocês conseguirem o tal “sossego” que tanto sonham, é que vão se dar conta de como vááárias coisas da cidade grande fazem falta… Mas tudo na vida é assim né? A gente tem que relevar algumas coisas para conseguir outras.
Se eu fico muito tempo sem ir ao Rio ou São Paulo eu fico doida. Tudo aqui é mais devagar, é menos interessante, menos dinâmico, menos novidade. As pessoas aqui tem muito pouca cultura. É ir passar uma temporada nas grandes cidades ou sentir o cérebro ir atrofiando.
Mas é claro que eu ainda tenho esperança que Vila Velha fique cada vez menos roça… Afinal, tem muita gente de fora vindo pra cá. Muita gente que sente exatamente o que eu sinto e que começa a cobrar isso da cidade. Afinal de contas, isso aqui é sudeste gente! E ´tá muito atrás de Rio, SP e até Minas. O Espírito Santo ´tá precisando crescer e aparecer…
Só não adianta que o meu amor incondicional eu continua dedicando ao Rio :-), minha cidade natal. Decadente, difícil, problemática… não me interessa. Eu continuo louca pelo Rio :).
Finalmente o comentário sobre a segunda parte da peça :-).
Realmente meu amigo estava certo: a primeira parte é muito melhor. As histórias são mais intensas e você acaba se envolvendo mais…. Mas isso não chega a desmerecer totalmente a segunda parte que também é bem legal, só que faz um estilo mais cômico, enquanto a primeira parte apela para as suas emoções. Eu acho que valeu a pena assistir as duas partes da peça, recomendo.
Ontem fui assistir “Os Sete Afluentes do Rio Ota”. A peça, que de tão grande é dividida em dois dias, conta a história de duas famílias depois da segunda guerra mundial. Uma família afetada pela bomba de Hiroshima e a outra pelos campos de concentração de judeus em Terezin.
A primeira parte apresenta 4 ‘quadros’ em anos diferentes - 1945, 1965, 1985 e 1987 - que contam a história de dois filhos de um soldado americano que serviu em Hiroshima. A produção da peça e muito boa, as atuacões também. No quarto ‘quadro’, “1985 - O Casamento”, eu chorava desesperadamente. A primeira parte da peça realmente vale muito a pena. Eu recomendo! E o melhor é que o ingresso custa só R$ 10,00!
Uma dica: Se você comprar os ingressos para as duas partes de uma vez só, ganha um desconto e paga R$ 15,00 para assistir as duas peças. Mas se você decidir primeiro assistir uma, para depois decidir se quer ver a outra, é só levar o canhoto do primeiro ingresso que você também ganha um desconto e paga R$ 5,00.
No domingo eu vou assistir a segunda parte. Um amigo j? me adiantou que achou a primeira parte melhor, mas eu quero assistir assim mesmo. Depois conto como foi.
Olha quem está falando!