Jun 11

Fui comprar cigarros. J? volto.

Estou tirando um “per?odo sab?tico” do blog. Quem ainda passa por aqui j? deve ter percebido que a quantidade e const?ncia dos posts diminuiu muito. O motivo para isso ? pessoal (e intransfer?vel :-). Pode ser que eu volte a escrever amanh?, semana que vem, no outro m?s ou at? s? no ano que vem. N?o tenho um prazo definido.

Quem quiser manter contato ou receber not?cias de quando eu voltar a ativa ? s? mandar um e-mail: humores@danilima.com.

At?!

Jun 11

Estou tirando um “período sabático” do blog. Quem ainda passa por aqui já deve ter percebido que a quantidade e constância dos posts diminuiu muito. O motivo para isso é pessoal (e intransferível :-). Pode ser que eu volte a escrever amanhã, semana que vem, no outro mês ou só no ano que vem. Não tenho um prazo definido.

Quem quiser manter contato ou receber notícias de quando eu voltar a ativa é só mandar um e-mail: humores@danilima.com.

Até!

Jun 4

Da s?rie: A m?sica do dia

Dessa vez j? com o esp?rito menos carregado… Eu ando muito musical ultimamente n?? ? pra ver se o ditado popular realmente funciona: “Quem canta, seus males espanta” :-p

Vai levando
de Caetano Veloso e Chico Buarque em 1975

Mesmo com toda a fama / Com toda a brahma / Com toda a cama / Com toda a lama / A gente vai levando / A gente vai levando / A gente vai levando / A gente vai levando essa chama

Mesmo com todo o emblema / Todo o problema / Todo o sistema / Toda Ipanema / A gente vai levando / A gente vai levando / A gente vai levando / A gente vai levando essa gema

Mesmo com o nada feito / Com a sala escura / Com um n? no peito / Com a cara dura / N?o tem mais jeito / A gente n?o tem cura

Mesmo com o todavia / Com todo dia / Com todo ia / Todo n?o ia / A gente vai levando / A gente vai levando / Vai levando / Vai levando essa guia

Jun 4

Copa? Que copa?

Jun 4

Dessa vez já com o espírito menos carregado… Eu ando muito musical ultimamente né? É pra ver se o ditado popular realmente funciona: “Quem canta, seus males espanta” :-p

Vai levando
de Caetano Veloso e Chico Buarque em 1975

Mesmo com toda a fama / Com toda a brahma / Com toda a cama / Com toda a lama / A gente vai levando / A gente vai levando / A gente vai levando / A gente vai levando essa chama

Mesmo com todo o emblema / Todo o problema / Todo o sistema / Toda Ipanema / A gente vai levando / A gente vai levando / A gente vai levando / A gente vai levando essa gema

Mesmo com o nada feito / Com a sala escura / Com um nó no peito / Com a cara dura / Não tem mais jeito / A gente não tem cura

Mesmo com o todavia / Com todo dia / Com todo ia / Todo não ia / A gente vai levando / A gente vai levando / Vai levando / Vai levando essa guia

Jun 4

Copa? Que copa?

Jun 3

Afasta de mim esse c?lice

A m?sica de hoje vai por conta dos ?ltimos acontecimentos no trabalho.

C?lice
de Chico Buarque e Gilberto Gil
Pai, afasta de mim esse c?lice / Pai, afasta de mim esse c?lice / Pai, afasta de mim esse c?lice / De vinho tinto de sangue

Como beber dessa bebida amarga / Tragar a dor, engolir a labuta / Mesmo calada a boca, resta o peito / Sil?ncio na cidade n?o se escuta / De que me vale ser filho da santa / Melhor seria ser filho da outra / Outra realidade menos morta / Tanta mentira, tanta for?a bruta

Como ? dif?cil acordar calado / Se na calada da noite eu me dano / Quero lan?ar um grito desumano / Que ? uma maneira de ser escutado / Esse sil?ncio todo me atordoa / Atordoado eu permane?o atento / Na arquibancada pra a qualquer momento / Ver emergir o monstro da lagoa

De muita gorda a porca j? n?o anda / De muito usada a faca j? n?o corta / Como ? dif?cil, pai, abrir a porta / Essa palavra presa na garganta / Esse pileque hom?rico no mundo / De que adianta ter boa vontade / Mesmo calado o peito, resta a cuca / Dos b?bados do centro da cidade

Talvez o mundo n?o seja pequeno / Nem seja a vida um fato consumado / Quero inventar o meu pr?prio pecado / Quero morrer do meu pr?prio veneno / Quero perder de vez tua cabe?a / Minha cabe?a perder teu ju?zo / Quero cheirar fuma?a de ?leo diesel / Me embriagar at? que algu?m me esque?a

Jun 3

A música de hoje vai por conta dos últimos acontecimentos no trabalho.

Cálice
de Chico Buarque e Gilberto Gil
Pai, afasta de mim esse cálice / Pai, afasta de mim esse cálice / Pai, afasta de mim esse cálice / De vinho tinto de sangue

Como beber dessa bebida amarga / Tragar a dor, engolir a labuta / Mesmo calada a boca, resta o peito / Silêncio na cidade não se escuta / De que me vale ser filho da santa / Melhor seria ser filho da outra / Outra realidade menos morta / Tanta mentira, tanta força bruta

Como é difícil acordar calado / Se na calada da noite eu me dano / Quero lançar um grito desumano / Que é uma maneira de ser escutado / Esse silêncio todo me atordoa / Atordoado eu permaneço atento / Na arquibancada pra a qualquer momento / Ver emergir o monstro da lagoa

De muita gorda a porca já não anda / De muito usada a faca já não corta / Como é difícil, pai, abrir a porta / Essa palavra presa na garganta / Esse pileque homérico no mundo / De que adianta ter boa vontade / Mesmo calado o peito, resta a cuca / Dos bêbados do centro da cidade

Talvez o mundo não seja pequeno / Nem seja a vida um fato consumado / Quero inventar o meu próprio pecado / Quero morrer do meu próprio veneno / Quero perder de vez tua cabeça / Minha cabeça perder teu juízo / Quero cheirar fumaça de óleo diesel / Me embriagar até que alguém me esqueça